9 de março de 2011

Sobre o lixo de Paiçandu em Sarandi

Uai, fico aqui pensando: e se meus vizinhos aqui do lado resolverem depositar o lixo diário deles no meu quintal, ainda terei de dizer-lhes que não aceito?

Tem graça mesmo, o cara limpa os fundilhos e vem dar o papel pr'eu cuidar?

Ara, tenha a santa paciência, sô!

Fosse eu o Carlos de Paula, fazia uso da rima de Paiçadu com o prefeito de lá...

Mamar no bode ele num qué, não?

. José Roberto Balestra

2 comentários:

Anônimo disse...

Messias, você é defensor da Região Metropolitana de Maringá. Eu vou além, defendo a integração da Macrorregião. Maringá vende a maioria dos produtos que viram lixo nas cidades vizinhas. Em tese, o comércio daqui ganha dinheiro que vira impostos, que viram obras, que beneficiam a população local. Então, a soluação para o lixo também deve ser discutida a partir daqui. Precisamos de métodos modernos de destinação do lixo. Quando isso acontecer, ele são será mais problema para nenhum município. E o local de tratamento não incomodará ninguém. O triste é que desde que a região foi desbravada, o lixo das cidades é jogado em locais inadequados e a céu aberto. Como acontece em muitos outros casos, a discussão do lixo está invertida. É um defeito de Maringá....
acm

Prof. Luiz gonzaga disse...

O QUE EU PENSO SOBRE SOLUÇÃO PARA O LIXO.
As soluções existem, mas infelizmente a corrupção generalizada que permeiam boa parte das gestões públicas deste País,e a falta de conhecimento de causa de boa parte dos executivos e poderes legislativo em propor e aprovar os projetos viáveis, impedem que estas soluções sejam praticadas. Ressalto ainda o nosso comportamento indevido na gestão do próprio "LIXO" doméstico. Creio, que às vezes buscamos soluções muito distante, enquanto "elas" estaão bem próximas de nós.Com a palavra as instituições de ensino, pesquisa e extensão e os nosso governantes. Portanto, com a busca de soluções próprias e validadas pelas nossas universidades "EU CONCORDO"