30 de agosto de 2011

Sobre Lukas, Parreiras escreve, direto de Curitiba:


"Já disse nuns outros blogues que cartunista não deveria morrer.
Tá na categoria dos humoristas.
Eles tomam as nossas dores e as transformam em piadas que machucam mais que convocação de cêpêi.
São como travesseiros de paina que amortecem os nossos tombos.
Os traços do Lukas funcionavam como chicote, como espada.
Maringá perde o seu paladino.
Lukas montou no seu cavalo, empinou-o e gritou aeioúuu Siiillveeer!!!!".

. Parreiras Rodrigues é jornalista

Um comentário:

Parreiras disse...

Messias: Brigadão pelo destaque, meu camarada!

Outra coisa que me fez admirar mais ainda o Lukão foi ler aqui no seu blog que ele gostava da periferia, dos botecos vileiros, do gari, por ai.

Tal qual eu que quando bebia, só o fazia nos botecos das tangentes das cidades, com os cortadores de cana, com desempregados, com a turma do salário mínimo ou do salário nenhum. Esse povo, Messias, eles te tratam com sinceridade, sem maldade, sem interesse algum.
E aqueles sorrisos, os dum dente só lá no fundo da boca, são os mais gostosos de se ouvir, de tão francos e de graça.