Pular para o conteúdo principal

Kadafi e sua Lei do Colchão



"Na Líbia de Kadafi, os aluguéis estavam proibidos.

Os líbios que não tivessem casa, era só solicitar que o governo imediatamente providenciava a construção de uma.

Uma lei em vigor, A LEI DO COLCHÃO, determinava que, qualquer cidadão líbio que soubesse da existência de casa alugada, era só atirar um colchão no quintal que a casa passava a ser sua.

Inúmeras embaixadas sofreram com essa lei já que foram ocupadas por líbios.

Um motorista líbio que ali trabalhava informou a um amigo que ainda não tinha casa, que a embaixada do Brasil era alugada.

Imediatamente esse amigo atirou um colchão e reivindicou a propriedade( uma mansão que pertencia a um italiano que retornou à Itália apos a subida ao poder de Kadafi).

O governo líbio precisou intervir para evitar maiores dissabores.

O Brasil acabou ganhando a embaixada e o líbio uma casa nova".


. Do jornalista Georges Bourdoukan, especialistas em questões do Oriente Médio e que já entrevistou Kadafi.


A Lei do Colchão está no Livro Verde, que ganhei do José Gil de Almeida, fundador do PT de Maringá e "chegado" de Kadafi. Gil, que hoje mora em Curitiba, esteve várias vezes na Líbia e certamente está revoltado com o fim que teve o seu dileto amigo.

Comentários

Dinor Chagas disse…
Vou começar a comprar colchões e jogar nos quintais da cidade...
Deus Carmo disse…
Este comentário foi removido por um administrador do blog.

Postagens mais visitadas deste blog

Um perigo real

 Um leitor do blog faz uma observação, em sinal de alerta, pertinente: "É perigoso sair na rua com camisa do PT ou colocar adesivo de Lula no carro. Você pode estar passando na rua e levar um tiro de um bolsonarista".

Canalhice econômica

  O Lula e a Dilma fizeram um superávit primário gigantesco, acumularam reservas de quase U$ 400 bilhões para Temer e Bolsonaro torrarem. Agora, por exemplo, o Conselho Monetário Nacional autorizou repasse de R$ 325 bilhões do BC ao Tesouro Nacional. Pra que? Pro Bozzo pagar juros da dívida pública e ficar bem com o mercado, meio injuriado por causa da fritura de Guedes e das ameaças de rompimento do teto de gasto.