
É mais grave do que parece a crise entre a Secretaria de Segurança do Estado e a PM. Pelo menos 50% dos coronéis ameaçava se demitir, caso o governador confirmasse a saída do comandante geral, Marcos Scheremeta.
O coronel Scheremeta protestou junto ao Secretário de Segurança, Reinaldo de Almeida Cesar, o fato do Hospital MIlitar passar a atender os demais servidores públicos do Estado. Para agravar ainda mais a situação, o governador Beto Richa teria promovido um tenente-coronel por influência política.
Informa o bem informado blogueiro Esmael Morais, que por causa, principalmente, de influência política na promoção de um oficial, a maionese desandou. E agora o Paraná corre o risco de assistir a sublevação do oficialato da Polícia MIlitar.
Isso é péssimo, porque sem problemas internos na polícia repressiva a insegurança já é grande, imagine com greve dos que comandam a tropa?
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