
Ricardo Barros confirmou que deixa a Secretaria da Indústria e Comércio em abril para fazer política. Estranho isso, porque se há uma coisa que ele faz há mais de 20 anos, todo dia e toda hora, é política.
Sua argumentação, que soa como uma justificativa prévia, tem a ver com um fator primordial: ressentimento. Ricardo ainda estaria ressentido com a derrota sofrida na eleição da FIEP e com o fato do irmão Silvio não poder renunciar a Prefeitura de Maringá e assumir outra secretaria no governo Beto Richa, por conta da Lei da Ficha Limpa.
Lembremos que em dezembro último o governador Beto Richa condicionou a nomeação de qualquer assessor ao fato do indicado não ter condenação colegiada.
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