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O que seria da nossa biodiversidade sem os índios?

 


É chover no molhado, mas em relação às comunidades indígenas, não há molhado quando se trata do governo predador de Jair Messias Bolsonaro. Todo mundo sabe que os indígenas, quilombolas, ribeirinhos e extrativistas garantem a proteção da biodiversidade. E a biodiversidade é que garante a regularidade das estações do ano, garante a chuva, garante a qualidade do ar que o planeta respira. Por isso é tão importante proteger a floresta, principalmente a Amazônica, que passa por um processo de devastação como nunca antes visto em toda a sua história.

Hoje, 19 de abril, é considerado o Dia do Índio. E o índio brasileiro vem enfrentando de maneira heroica a sanha criminosa de contrabandistas de madeira e de exploradores das riquezas minerais da Amazônia Legal. A paralisação da demarcação dos territórios indígenas aumentaram os conflitos na região e fez explodir o número de invasões de garimpeiros. A vida dos gurdiões da floresta está sempre ameaçada e as ameaças significam perigos reais para o futuro significa da biodiversidade.

É difícil acreditar que as instituições brasileira nada fazem.  Que a Câmara e o Senado se tornem cúmplices das ações criminosas gestadas no Palácio do Planalto. A sociedade precisa se colocar urgentemente ao lado do patrimônio ambiental do Brasil e de seus povos tradicionais.  Antes que seja tarde.


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