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Lembrando Capiba

O grande compositor pernambucano Capiba ficava irritado quando lhe diziam que cachorro gosta de osso. “Claro que gosta, pois só dão osso pra ele. Coloquem um osso e um pedaço de filé do lado, pra ver qual dos dois o cachorro come”, dizia, como preâmbulo da crítica que fazia à programação musical das emissoras de rádio. “Ora, sentenciava, se as rádios só tocam porcaria, é lógico que o povo só vai consumir porcaria e na falta da música de qualidade, se contenta com o lixo musical”.
Capiba morreu em 1997 e de lá pra cá a coisa só piorou. Dificilmente você vai ouvir em uma emissora comercial cantores como Antônio Nóbrega, Jackson do Pandeiro, Cesar Costa Filho, Elizete Cardoso, Xangai, Elis Regina e outros do mesmo nível. No caso de Maringá, justiça seja feita às FMs da UEM e do Cesumar.
Em tempo: é preciso que os autores do Brasil inteiro, mesmo aqueles de músicas que as pessoas de bom gosto não consumiriam, se levantem contra a omissão do do nome do compositor pelas emissoras de rádio.

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