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Saiu no blog da Marta Bellini

O drama de Dona Terezinha: as escoras da Escola Municipal João Gentilin

Cheguei agora da feira dos produtores de Maringá. Comendo tapioca encontrei a Dona Terezinha que vende pães e verduras na feira. É uma mulher trabalhadora e preocupada com a escola de seus filhos: a escola municipal João Gentilin na Estrada Pingüim; uma escola rural. Dona Terezinha já chamou a TV para denunciar o descaso com a educação das crianças nesta área rural. Faz 4 anos que a escola está “escorada”; está caindo. A prefeitura conhece a situação, mas de prédio escorado, a prefeitura só entende mesmo da velha rodoviária que renderá money a muitos. Já a escola está às moscas. As promessas de eleições são águas passadas. Quem se importa com crianças, filhas de pequenos produtores? Dona Terezinha reclama que seus filhos tiveram apenas 3 ou 4 aulas de matemática. Eles só têm aulas de história.... Não há professores na escola e quando ela reclama disso, a diretora se limita a rir (alguém explica isso?). Pelo relato de Dona Terezinha, a prefeitura não queria que a denúncia fosse ao ar pela TV. As mães querem conversar com a secretária da Educação. Não conseguem. Resta a elas irem ao Ministério Público efetuar a denúncia.

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Covardia diplomática

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.