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Quando vida imita a ficção



A mídia tradicional capitaneada pela principal rede nacional de televisão vem tentando desde a condenação de Lula pelo juiz Sérgio Moro, fazer o país acreditar que o ex-presidente estava politicamente morto e sepultado. Aí veio a prisão e pronto. Não há mais estratégia alguma que possa evitar o seu ostracismo . Pois bem, Lula chegou ao centésimo dia encarcerado na PF de Curitiba e, mesmo com sua candidatura momentaneamente inviabilizada pela Lei da Ficha Limpa, continua liderando todas as pesquisas. A cada dia que passa mais crescem os movimentos de apoio a Lula, no Brasil e no exterior. O baronato e a classe média metida a besta, que abandonou as panelas e passou a mão na erfly para tentar fritar o “sapo barbudo” sem óleo, ainda não perceberam que vão gradativamente se transformando em pessoas minúsculas, quase liliputianas, diante do gigante Gulliver. 


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  Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?