Pular para o conteúdo principal

Garoto, um ídolo esquecido

 



Garoto foi um dos grandes ídolos do Grêmio Esportivo do início dos anos 60 e que parece ter sido esquecido pela maioria das pessoas que cultua a memória do futebol profissional de Maringá. Aqui ele aparece ao lado de Zeferino, goleiraço do Londrina na mesma época. Os dois posaram para a capa da edição número 5 da revista POIS É, que este modesto escriba editava junto com o amigo (também jornalista e hoje empresário) José Antônio Moscardi e Antônio Carlos Moreti. Não sei se o De Paula tem essa foto no Museu Esportivo, mas se não tiver, fique à vontade para usá-la.

Só lembrando: aquele Grêmio Esportivo não era o mesmo Grêmio de Esportes, que veio depois e que também teve uma passagem gloriosa pelo futebol profissional do Paraná. Garoto foi centro-avante goleador, campeão paranaense e, salvo engano, bi. Depois dele vieram outros goleadores que se tornaram ídolos em Maringá, como Edgar, Ademir Fragoso, Valter Prado, Itamar, além dos armadores craques como Haroldo Jarra e Zuring e o sempre reverenciado (com absoluta justiça) Roderlei.

Vão homenagear o Roderlei com um busto na frente do WD. Eu acho que seria mais interessante colocar ali um grande painel com os maiores craques da história de Maringá formando o time dos sonhos da cidade. Ali estaria também Garoto, Edgar e Didi.

 


Comentários

Anônimo disse…
Estátua do Roderlei é um exagero e politicagem.

Postagens mais visitadas deste blog

O fala rasa

  Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?