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E se a Sanepar nos tirar a escada?

O secretário Leopolddo Fiewski, em entrevista a O Diário, disse que se a Sanepar não quiser aceitar a proposta de R$ 3,8 milhões para continuar tocando os serviços até a licitação, já tem várias empresas interessadas. Impressiona a maneira simplista como está sendo encarado o complexo sistema de tratamento de água e esgoto de Maringá. Administrar isso não é coisa que o município ou seja que empresa for, vá conseguir da noite para o dia, sem um longo período de transição. Do jeito que as coisas estão sendo encaminhadas, a Sanepar pode se considerar expulsa de Maringá e neste caso, levará a escada, deixando o gestor municipal pendurado na brocha.
Imagino que seja mais ou menos este cenário que a diretoria da empresa irá desenhar hoje a noite na ACIM, para empresários e formadores de opinião em geral.

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