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Leitor escreve sobre o extermínio do passado


"HÁ uma frase mais ou menos como "o povo que não cultiva seu passado, não tem futuro" Ainda bem que em Maringá tem muita gente que zela pelo passado e ama esta cidade. Algumas autoridades, apesar de terem estudadoa "pra burro" ainda não descobriram que preservar a memória do povo é respeitar o povo. Abraço a todos e feliz 2011".
. Orlando Lisboa de Almeida

Esta foto aí pincei do site do Rigon. Vendo-a, me perguntei: o que será que passava pela cabeça do alcaide neste momento? Sentimento de culpa? Não creio, pois afinal, não se sente culpado quem destrói um patrimônio histórico de caso pensado e que, até mesmo por convicção ideológica, liga a mínima para os valores culturais da sua terra.

Comentários

Com o gesto, o tal, exultante, apenas tripudiava a história, mangava do moroso judiciário (onde sabidamente tem diversas condenações), e por fim cuspia na má sorte do solo generoso que decerto dia d'outrora o vira vir.

Mas não s'equeça ele: o Céu pode parecer engambelável, conquistável, mas o Averno, as Trevas, o Tártaro, é bem aqui mesminho-da-silva! A propósito, “inferno” vem de “infernum”, que em latim quer dizer “profundezas da Terra”.

E não s’confunda com “Inferno Verde”, o da Amazônia, onde, aliás, o tal turismara secretarialmente, não?

Nada como o eco do tempo. É só ter sabedoria pra esperar.

Por isso continuo rogando: - Valei-m’ meu São Serapião, protetor dozórfos.

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.