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Que falta fazem grandes negociadores como Carter, Sadat e Begin




Eis que Israel parte para um novo massacre do povo palestino.

E cadê os líderes mundiais?


Em 1948 o povo palestino foi expulso do seu território por conta da criação de Israel, o estado judeu. Desde então, aquela região do Oriente Médio nunca mais foi a mesma. O massacre que se repete agora na faixa de Gaza é uma carnificina que o mundo todo repudia. Mas só repudia, sem que nada façam as lideranças das grandes potências.

O povo palestino, que até hoje tenta viver em um estado próprio, segue sendo massacrado, em mais um momento de verdadeira Nakba, que significa catástrofe.

Vamos e venhamos: os Estados Unidos, que sempre apoiaram Israel não param de colocar lenha na fogueira. Se bem me lembro, só teve um presidente americano nas últimas décadas que tentou pacificar a região. Foi o democrata Jimmy Carter, que selou dois acordos de paz com o presidente do Egito Anwar Sadat e o primeiro ministro de Israel , Menachem Begin.

  

Comentários

Anônimo disse…
Apoio a causa Palestina. Basta aos crimes dos israelenses.
Pedro disse…
Israel e seu patrono os Estados Unidos são o verdadeiro eixo do mal, secundados, é claro, por seus lacaios. Viva o povo palestino.

Só uma coisa interessa aos norte americanos e aos sionistas (judeus): Sua supremacia, a qualquer custo. E para isso, destrói-se tudo e todos ao seu caminho. Dane-se o mundo, dane-se a vida. Guerra, Guerra e Guerra.
Jorjão disse…
CRIMES CONTRA A HUMANIDADE. Israel matou neste sábado dez pessoas de uma mesma família, incluindo oito crianças. Derrubou há pouco um prédio onde estavam escritos da Al Jazeera e da Associated Press. Detalhe, jornalistas só entram em Gaza com autorização de Israel. Basta!
Julio disse…
povo palestino, apoiado por aqueles que acreditam em justiça e paz, segue resistindo, apesar do número incontável de mortes, mutilações ou sequelas, fruto dos horrores impetrados pela ocupação.

Enquanto escrevemos, muitos palestinos e palestinas são assassinados, feridos e expulsos dos seus lares, impedidos de professar sua fé, cristã ou islâmica, pela tragédia que espelha o avanço da judaização de Jerusalém, bem como pelo projeto sionista-colonialista, um verdadeiro retrocesso civilizatório e humanitário.

A autoproclamação de Israel, na tarde de 14 de maio de 1948, marca o início de uma trajetória política genocida de Israel. No primeiro dia após a autodeclaração, 15 de maio de 1948, iniciou-se a Nakba, parte do plano de limpeza étnica e sua principal estratégia de colonização, perpetrado pelo sionismo contra a população Palestina.

A tão sonhada paz pressupõe a observância e o cumprimento de tratados internacionais, que desde 1948 previram a criação de dois Estados Nacionais soberanos, um Palestino e um Israelense. Mas o que se pode verificar nessas mais de sete décadas foi a negação, por parte de Israel, de todos os acordos firmados após a Resolução da ONU que possibilitou a criação de seu Estado.

A marca deste Estado, desde então, é a do Apartheid, expresso na ampliação dos assentamentos, nas medidas de controle de circulação, nos checkpoints, na destruição de casas e oliveiras milenares palestinas, na inviabilização econômica, no controle hídrico e na tentativa de apagamento cultural
Anônimo disse…
recente escalada de violência do Estado de Israel contra a população palestina em Jerusalém demonstra mais uma vez a realidade de agressão e segregação praticada pelos sionistas contra habitantes árabes legítimos. Os despejos das famílias de Sheikh Jarrah, bairro árabe de Jerusalém ocupado ilegalmente por Israel, mobilizaram a população em resistência à militarização e ao apartheid promovido pela ocupação israelense.

A escalada de violência gerada pelas tentativas de despejo levaram ao disparo de misseis da Faixa de Gaza que foram respondidos de forma desproporcional pelo exército de Israel e causaram 24 mortes, nove crianças entre elas, após uma noite de ataques contra Gaza.

O povo palestino tem sofrido todos os tipos de violências pelas forças da ocupação israelense, com o aprisionamento injusto de mais de 4500 cidadãos, entre eles menores, mulheres, doentes e prisioneiros que passaram 40 anos na prisão injustamente, diariamente humilhados e torturados pelas forças de segurança.

O confisco de terras e as construções de unidades habitacionais ilegais em propriedades palestinas impedem o direito de ir e vir e negam direitos inalienáveis do povo palestino, como o direito de retorno, o direito de autodeterminação, ao exercício da própria religião nos espaços sagrados da cidade de Jerusalém, demolindo casas e expulsando os residentes palestinos.

Israel sempre foi condenado pelos seus crimes praticados contra os palestinos nos territórios ocupados, e recentemente, o Corte Criminal Internacional decidiu abrir uma investigação de crimes contra esse Estado no território ocupado em 1967, comprovando o fato de que os palestinos são vítimas de políticas agressivas praticadas pelo exercito de Israel.

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