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Vem aí uma nova central: a do cinismo

 

Na medida em que 2022  se aproxima,  marqueteiros do Planalto vão dando um jeito de tornar  vítima o algoz da população brasileira nessa pandemia. Quando o Brasil acelerar mais a vacinação, o que vai acontecer apesar do presidente, ele tentará por todos os meios capitalizar o benefício que sempre negou ao país. Caberá à parte séria da mídia e à oposição, atuar com competência para não deixar que o cinismo tenha êxito. Hoje, o povo brasileiro precisa de duas vacinas: a da Covid e a de combate às fake news gestadas diariamente no gabinete do ódio, a nova central do cinismo.


Comentários

Luiz Carlos disse…
O Bozo genocida e sua galera bovina vive de fake news, eu fico imaginando que tem milhões de pessoas do lado desse canalha, essas pessoas estão como no tempo de Hitler,hipnotizados!!!
Brasília tem mais um ministério o ministério da mentira
Anônimo disse…
Ninguém representa melhor a decadência da arte da mentira do que Jair Bolsonaro. Ele mente o tempo todo, mas de maneira tosca e torpe, exibindo aquela expressão que os romances de antigamente atribuíam aos vilões: o “esgar de ódio”. Nunca achei que isso existisse na vida real.

Bolsonaro não disse uma verdade sequer durante toda a pandemia. Mentiu sobre os riscos da doença e sobre o que era preciso fazer para domá-la. Tentou, mas não conseguiu, obrigar o Ministério da Saúde a falsificar o número de mortos. Na falta disso, arranjou um antiministro, Eduardo Pazuello, que aceitasse mentir com ele. Parece que o novo ocupante do cargo, Marcelo Queiroga, vai na mesma linha – apesar de ser médico.









































Irineu disse…
Jair Bolsonaro comparou, diante seus fanáticos seguidores, para propagandear sua reeleição, que “2018 foi a primeira dose; a segunda é em 2022.

Mas Jair Bolsonaro não é vacina, é vírus: um ser replicante, que provoca inflamação de ódios, impede a oxigenação do país e acelera a morte dos brasileiros pela perda de sua humanidade e da capacidade de convívio em patamares civilizados.

Vírus do fascismo sempre circularam na sociedade, mas a democracia se mostrava suficiente como imunizante para contê-lo em níveis praticamente inofensivos.

Vivia nas periferias do estado, nas ações policiais que, como antigamente os bordéis eram, um “mal necessário” e nas franjas dos que se achavam com “direito a tudo”, como se fossem deuses mesquinhos, ungidos pelo poder do dinheiro.

Nunca, porém, de um projeto de poder selvagem do país – que já tinha perdido sua época mesmo antes do fim do regime autoritário nascido em 1964. Já no fim dos anos 70 a própria ditadura já havia puxado o freio da “distensão lenta, gradual, porém segura” – que tivesse a pretensão de se tornar majoritariamente apoiado.

Jair Bolsonaro, todos sabem, só se tornou possível porque a conjunção entre o golpismo político e a constituição de um “partido da Lava Jato” rebaixaram a imunidade democrática que continha a propagação do vírus fascista no organismo nacional.

Nos últimos seis anos, a duras penas, viemos recobrando nossa capacidade de resistir a esta contaminação generalizada, tanto entre as pessoas quanto nas instituições.

É preciso, porém, muito cuidado, porque o vírus ainda está forte e usa de todos os meios para reinfectar os corações e mentes que dominou por algum tempo.

É preciso usar máscaras antiprovocação e higienizar o cérebro do “já ganhamos” que leva a travar agora disputas que são legítimas mas não a prioridade do momento.

Só nos livraremos desta praga com a vacina do voto, se possível já na primeira dose e, se não, na dose de reforço do 2° turno.

Fora do poder o vírus vai parar de circular e, com o tempo, voltará a ser apenas uma cepa isolada.

Mas é só deixar a ânsia tomar conta da gente que a infecção oportunista, que se aproveita de quem acha que ela não oferece mais perigo, voltar e com efeito mortal.
Anônimo disse…
Enfim, está em curso a total destruição das condições de vida do povo trabalhador que vive de salários ou do suor do seu trabalho (ainda que se enquadre na alienante categoria de "profissionais liberais").
Guedes e o Genocida (e seus apoiadores empresescravocratas) repetem sadicamente em poucos anos aquilo que os militares fizeram em duas décadas: retração brutal da economia, inflação (ou carestia) dos preços para os pobres e remediados, desemprego, concentração abissal da renda, endividamento, pobreza galopante, fome, miséria, precarização e que tais.

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