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O Brasil sob o império do gatilho

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"O porte de arma está liberado no Brasil, a menos que o acovardado Supremo Tribunal Federal ouse barrá-lo.
Ao liberar o transporte de armas municiadas para os afiliados a clubes de tiro, Jair Bolsonaro  liberou o porte de armas a qualquer um que possa pagar os serviços destas empresas.
Basta dizer que está indo ou voltando do stand.
E não vai faltar munição, agora que a compra está autorizada até mil cartuchos por ano.
O suficiente para disparar, a cada mês, os oitenta  tiros desfechados sobre o músico executado no Rio, um mês atrás.
Não temos educação, hospitais, não temos dinheiro sequer para equipar as Forças Armadas.
Mas a quem tiver  alguns milhares de reais para comprar, tudo bem…
Que Jair Bolsonaro é isso, sabemos, “talquei”.
Que Sérgio Moro, com seus punhos de renda, subscreva o faroeste, seria algo que deveria espantar, pela rejeição que deveria despertar na comunidade jurídica.
Mas nãos espanta.
Os nossos bacharéis tornaram-se membros honorários dos grupos de extermínio.
Os marombeiros obesos do tipo Bretas e Witzel parecem ser o novo paradigma do direito brasileiro".

  . Fernando Brito (Blog Tijolaço)


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