Pular para o conteúdo principal

Um debate dentro do script global


O último debate dos presidenciáveis ontem a noite foi morno, como se previa. Até porque, ninguém haveria de imaginar que no último confronto, ainda mais na Globo, Dilma ou Serra estariam dispostos a correr qualquer risco. Um escorregão alí poderia ter efeito devastador contra o candidato. Marina manteve o seu estilo, apenas apimentando mais as perguntas e as respostas em alguns momentos em que debateu diretamente com Dilma ou com Serra. Principalmente com Serra, que se viu em apuros quando a candidata do PV falou de exemplos de descaso do governo Serra na proteção de encostas e também na negligência com a segurança no Estado de São Paulo.
Marina encerrou sua participação pedindo a oportunidade do Brasil ter, pela primeira vez na sua história, duas mulheres no segundo turno, com igualdade de espaço na mídia e sobretudo, tempo de TV.
Não crfeio que o debate tenha exercido grande influênbcia sobre o eleitor, mas se alguem ganhou alguns pontos a mais foi Marina Silva. Pude aferir isso logo cedo na padaria de perto de casa, onde duas moças que atendiam no balcão comentavam:"Quero ver se eu acho adesivo e propaganda da Marina. Vou votgar nela e pedir voto para os meus parentes". Foi aí que aproveitei para informar que em frente ao terminal tem uma barraca , "A Barraca da Marina", distribuindo material de campanha da candidata.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.