Uma coisa temos que admitir: aquelas inserções de Serra na TV em que mostra os bonequinhos no estilo quem é quem, são muito bem boladas. Uma que mostra Dilma como uma ilustre desconhecida, tal qual alienígena, é meio sacana. Mas aquelas em que aparecem as fotos de Erenice e Collor, como aliados da candidata petista, se insere no jogo democrático do contraponto, da crítica política, o que é legítimo e até salutar. A baixaria, pois, não está na TV, mas na campanha subterrânea via emails e panfletos apócrifos, como aqueles apreendidos em São Paulo, envolvendo um bispo da igreja católica.
Sergio Moro começou efetivamente sua vida de político neste sábado em Curitiba. Numa feira no Juvevê foi recebido com frieza pelo povo e ouviu muitos insultos. Chegou mudo e saiu clado, acompanhado de meia dúzia de assessores, inclusive uma cinegrafista. Ele disputa com Álvaro Dias, seu ex-fã e agora inimigo, a única vaga do Senado. Chances de vitória? Tem, mas são pequenas, pra não dizer, quase zero.
Comentários