Pular para o conteúdo principal

Dinheirinho extra

Os comerciários trabalham até 7 da noite hoje. Em troca, ganha um bônus de R$ 20 e folga na segunda-feira.Pode comprar 1 k e 800 gramas de costela assada para o dia das mães, mas terá dificuldades de usar o dinheiro para ir na Expoingá. Quem decidir assistir ao show de uma dessas duplas famosas, pagará R$ 16 pela entrada e ainda terá que colocar mais R$ 4 em cima para cobrir despesas com estacionamento.

Tal qual a Praça Castro Alvez, o Parque de Exposições é do povo.E o povo dificilmente conseguirá se divertir nesta festa popular, com os preços que estão sendo cobrados nas catracas e nos estacionamentos. Se ousar levar a família e satisfazer a vontade dos pequenos, aí então o orçamento doméstico sofrerá um rombo considerável. A Sociedade Rural ,que organiza a festa, precisa faturar alto para cobrir os custos que são enormes. E certamente fatura com o aluguel (caríssimo) dos estandes e barracas e com os patrocínios, que não são desprezíveis. E faturaria tanto quanto, se o ingresso fosse mais barato, ganharia no maior movimento de populares. Os preços cobrados nas catracas é uma afronta. Principalmente considerando que o Parque é do município, construído com dinheiroi público.Logo é um bem público, que deve ser revertido em algum tipo de benefício para a populaçao em ocasiões como esta. O ingresso a cincão (preço único) possibilitaria maior frequencia a esta ediçao da Expoingá.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.