Vi o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Alimentícias, Rivail Assunção, no programa do Tom Brasil neste sábado de manhã. Ele falou sobre banco de horas e mostrou porque preside um dos grandes sindicatos de trabalhadores de Maringá. Ao falar do banco de horas, Rivail lembrou que as empresas não podem lançar mão do banco de horas ao seu bel prazer. Começa que o banco de horas não beneficia empregado, mas como está na lei, é legal. Porém, Rivail fez um alerta interessante: "A empresa só pode se valer desse expediente, mediante negociação com o sindicato dos seus trabalhadores. Se não for assim, as horas extras trabalhadas terão que ser pagas. O patrão corre o risco de dar a folga definida no banco, mas depois ter que pagar adicionais na justiça".
Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?
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