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A Justiça tarda , mas...

A justiça tarda, tarda, mas não falha. Está tardando , cometendo alguns deslizes, mas está dando mostras de que não vai falhar no caso Satiagraha. Espera-se que não falhará em processos eleitorais, como o caso Belinatti.Felizmente, acaba de dar mostras de que não falhou no caso da Paraíba. O governador Cássio Cunha Lima foi cassado (por unanimidade) pelo TSE. Cássio e seu vice José Lacerda Neto são acusados de utilizar programas sociais para a distribuição irregular de dinheiro, via cheques, em um processo denominado Caso Fac (Fundação de Ação Comunitária).
O abuso do poder econômico em eleiçoes têm sido comum no Brasil. Mas finalmente parace que a Justiça Eleitoral está comendo pelas beradas. Um dia, algo há de acontecer também por essas bandas. Depende tanto da Justiça quanto da competência de quem deve acioná-la, no caso os partidos e o Ministério Público.
Só lembrando que um processo cheio de provas foi montado aqui em 2004, mas nada rolou porque o dito cujo repousa numa gaveta, à espera de traças e grilos.
Ah! A expressão grilagem foi muito utilizada no processo de tomada (na mão grande) de propriedades rurais, principalmente em novas fronteiras agrícolas. As escrituras dos latifúndios pretendidos amarelavam em cartórios, até serem picotadas por grilos, o que facilitava a lavratura de novos documentos, já em nome dos "grileiros".
Acho que no processo eleitoral o termo também se aplica. Ou não?

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