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Um jogo embolado no meio-campo


sucessão estadual está uma festa. Nem nuvem de verão se parece tanto com o cenário paranaense da disputa pelo Palácio das Araucárias (o Iguaçu está em reforma). O malabarista principal chama-se Osmar Dias,que anoitece candidato a governador pela coligação PT-PDT e amanhece candidato sem o PT. Isso quando as especulações não o colocam ao lado de Beto Richa, na disputa pela renovação do mandato de senador.
Amanhã Osmar estará em Maringá, terra do presidente estadual do PT, que prefere não tê-lo ao lado, ainda mais se a cúpula nacional impor a chapa com Gleisi na vice.
Aquí Osmar vai colocar mais lenha na fogueira, visitando o prefeito Silvio Barros, para tentar uma reaproximação com Ricardo e quem sabe, arrastar o PP para a sua coligação, com ou sem o PT.
A rigor, ninguém pode prever o bicho que vai dar até as convenções. Não se pode nem descartar de todo a candidatura Álvaro Dias, que está quieto e enrodilhado, esperando a hora de dar um bote certeiro. Sim, porque ninguém tem dúvida que se o quadro de candidatos tomar uma configuração tal que tire de Beto Richa o status de "pop star", o senador Álvaro Dias voltará a carga, com o argumento fortíssimo de que sendo ele o candidato tucano, é eleição garantida, já no primeiro turno. E pela simples razão de que uma vez candidato, Alvaro não terá Beto disputando e nem Osmar. Terá Pessuti como adversário, mas ante a perspectiva de enfrentar um PMDB rachado e enfraquecido, com Requião tentanto "cristianizar" o seu ex-vice.

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