
Sinceridade? Foi um debate morno, apimentado apenas por alfinetadas mutuas entre os dois principais oponentes, mas alfinetadas geralmente fora do contexto. A capital foi o centro das atenções, o foco principal dos dois candidatos que disputam voto-a-voto o maior colégio eleitoral do Estado. Luiz Felipe Bergmann, do Psol, acabou se transformando na sensação do debate e, cá pra nós, o que melhor se saiu. Bateu em todo mundo e se recusou a servir de escada para Osmar bater em Beto e Beto bater em Osmar. No frigir dos ovos, nem Osmar ganhou e nem perdeu com o debate. Beto também não ganhou e nem perdeu. A julgar pelo desempenho dos dois, o eleitor indeciso continuou indeciso. A expectativa agora é quanto ao aproveitamento que cada uma das coligações fará não do debate, mas dos embates.
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