Pular para o conteúdo principal

As aves de rapina estão por toda parte



Carlos Newton (Tribuna da Imprensa), escreve sobre a central de boatos e as notícias falsas a cerca do estado de saúde da presidente Dilma Rousseff:

"A presidente Dilma Rousseff não pode ficar doente. Dizem logo que o câncer voltou.

Toda a vez que a presidente Dilma Rousseff fica doente, como agora com a pneumonia, logo corre na internet o informe de que o câncer linfático teria se manifestado de novo. É uma boataria danada.

Mas acontece que esse tipo de câncer pode ser controlado. Estatísticas apontam que o linfoma não-Hodgkin afeta 1,5 milhão de pessoas em todo mundo. É uma doença que pode ocorrer em qualquer faixa etária e se diagnosticado precocemente, a chance de cura chega a 95%.

Detalhe: um dos sintomas da volta da doença é perda de peso. Que não é o caso, convenhamos. Então, vamos deixar a presidente se recuperar plenamente da pneumonia e afastar do Planalto as aves de rapina que sempre o cercam, torcendo pelo pior".

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.