
O Santos foi coadjuvante num jogo em que o Barcelona mostrou ser interplanetário. Como santista fiquei frustrado pelo primeiro tempo, quando quase não pegamos na bola. Mas estou conformado com o resultado e encantado belo futebol maravilhoso do time catalão, principalmente do seu maior astro, o argentino Messi.
Claro que meus amigos corintianos estão exultantes, comemorando como se fossem eles os campeões mundiais. Mas faz parte. Eu, certamente, agiria da mesma forma se fosse o Corinthians no lugar do peixe. Diante da realidade irrefutável do futebol jogado em Yokohama esta manhã, fico com o lado bom da história:
Depois dessa decisão, Neymar vai baixar um pouco o facho; Ganso pára de achar que ainda é um penúltimo biscoito do pacote e Muricy consagra aquela análise verdadeira que ouvi recentemente de um comentarista: o Brasil não tem técnico de futebol, tem animador de times. Muricy é um dos melhores, embora nem isso tenha feito hoje.
Que este jogo sirva de lição, para o Santos e para os demais times brasileiros que disputarão a Libertadores em 2012, de olho no Japão.
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