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Perguntas que não querem calar

A propósito do projeto da PPP (Parceria Público-Privada) para incineração do lixo urbano de Maringá (que horror!), cabem alguns questionamentos:

1 - Para que servem as comissões permanentes da Câmara, senão para funcionar como filtros de legalidade e de mérito dos projetos antes deles irem para plenário?

2 - Por que o projeto em questão foi encaminhado em regime de urgência se a destinação do lixo urbano da cidade é um velho dilema, debatido há anos?

3 - O que explica um projeto sair do gabinete do prefeito e ir direto ao plenário, chegando no Poder Legislativo pouco antes da sessão ordinária?

4 - Desde quando o vereador é eleito para prestar vassalagem ao chefe do Executivo?

Já vi legislaturas da Câmara Municipal de Maringá subservientes, onde os prefeitos formaram grupos de apoio para aprovar tudo o que ele queria, mas igual a atual, sinceramente, nunca.

O desrespeito pela independência dos poderes aqui em Maringá é tamanho, que os componentes da bancada do amém pouco se lixam para a reação popular.

Comentários

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.