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Recordar é viver


PS - Tatta Cabral, uma verdadeira enciclopédia esportiva, manda a escalação: em pé - Evir, Edson Faria, Pinduca, Haroldo, Roderlei e Nilo; agachados - Danúbio, Edgar, Valter Prado (ex-Palmeiras), Zuring e Garoto.
. Do blog do Rigon

Meu comentário: Esse Grêmio era o verdadeiro "Galo do Norte". Depois, veio o Grêmio de Esportes, que se apresentou como dono do espólio do verdadeiro, mas não foi muito longe, não.As boas recordações que tenho é exatamente do timaço do Zé Garoto. Assisti vários jogos com essas feras. Lembro de uma partida em Cambará em que o carequinha Danúbio deitou e rolou pra cima do Chuvisco (lateral direito do time da casa). A tal ponto do Chuvisco perder a linha e iniciar um enorme quebra pau. Eu estava lá, como puxador de fio da Rádio Cultura, junto com o saudoso Paulo Pucca (narrador) e o Ademar Schiavoni (comentarista).O galo meteu 3 a 1 no Cambará e na hora de vir embora, time e equipe esportiva comandada por Pucca tiveram que sair do estádio escoltados pela polícia. O juiz, Jacó Uliana, também precisou de ajuda da PM para deixar o vestiário.
Outra aventura foi por mim vivida no Estádio Vitorino Gonçalves Dias, quando Grêmio e Londrina faziam tremer o Norte do Paraná com o "Clássico do Café". Do lado do "Galo", o Zé Garoto era o terror das defesas; do lado do "Tubarão", a fera se chamava Gauchino.Aquele Grêmio tinha tres craques de nível de Seleção Brasileira - Roderlei, Haroldo Jarra e Zuring.

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