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Sera que foi so bravata?

"Deputados na Universidade Estadual de Maringá. O mais destacado, Ricardo Barros, tratou do dinheiro que "esforça-se" para trazer à Universidade. Ou melhor, para o hospital universitário. Esforça-se para trazer dinheiro de nossos impostos. Falou da "parceria" com a Universidade. Isto é: o troca-troca. Quer trazer "mobilidade para a cidade. Isto significa trazer uma avenida estraçalhando a Universidade. Só ele mesmo para pensar uma mobilidade - para os carros - estraçalhando a já pequena área da UEM. Alguém já pensou em cortar a USP para dar mais vazão ao louco trânsito de São Paulo. Ou a Unicamp? Só na Má-ringa! Só nas cabeças da zelite local que odeia a Universidade. Como odeia o Sr Ricardo Barros a nossa universidade. Argh!
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Soube que estudantes tentaram fazer uma bravata com o deputado".
. Blog da marta Bellini

Sera que foi so bravata? Pelo que se informou hoje no campus, o pau comeu na casa de noca. Li ha pouco no blog Noticias da Prinvincia que quase sai porrada mesmo. So faltou o Massaranduba.

Comentários

Marta Bellini disse…
Messias,
escrevi uim post sobre isso.
abração
Marta

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.