Pular para o conteúdo principal

Maringá na era dos aditivos

"A Contersolo Construtora de Obras terá mais seis meses para terminar as obras de drenagem urbana sustentável no Parque do Ingá, que tão cedo não ficará pronto. O terceiro aditivo no contrato foi assinado pela administração cidadã no último dia 6. Já a RZS Consultoria e Planejamento em Arquitetura e Engenharia Ltda., de Curitiba, assinou o quinto aditivo no contrato para elaboração do Plano Habitacional de Interesse Social (dinheiro do probo Ministério das Cidades), e terá mais cinco meses pela frente para terminar o serviço. Também a Moldar Construções terá mais quatro meses para terminar as obras do Centro de Convivência Comunitária, nos fundos do Núcleo Habitacional Santa Felicidade.

Outro aditivo firmado pela prefeitura foi com a Tornearia Paranavaí, que agora terá mais quatro meses para executar a revisão das instalações de iluminação das torres do Estádio Regional Willie Davids. Também foi esticado por mais 60 dias o contrato com a Hiconci Hidráulica e Construção Civil Ltda., para execução de obras de pavimentação asfáltica, galerias de águas pluviais e serviços de urbanização na futura rua Mitzy Villanova, entre as ruas Mitsuzo Taguchi e Dom Pedro II".

. do Site do Rigon


Meu comentário: mas como esse pessoal da "administração cidadã" adora aditivos contratuais. Por que será, ehim?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.