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O perigo com pronúncias francesa e americana

Pão de Açúcar e Carrefour juntos no controle da quase totalidade dos produtos vendidos em supermercados da grande São Paulo. A capital paulista, claro, é um polo irradiador dese gigantismo comercial, que se completa com o americano Wal Mart tomando conta do comércio de gêneros alimentícios das principais cidades brasileiras. Maringá, que já tem Wal Mart, vai ter Carreifour em futuro breve.

E daí, qual o problema? O problema, cara pálida, é que tamanha concentração do setor terciário em mãos estrangeiras é um risco para a política de preços, principalmente de produtos básicos. O que será que o CADE anda fazendo que não detecta o perigo?
Pior de tudo é que o novo gigante do supermercadismo deve nascer embalado por dinheiro do BNDES, ou seja, dinheiro do povo para ferrar o próprio povo.

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.