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O caso do Tarumã





Estranha muito a pressa da administração municipal em asfaltar um bairro que não tem condições de receber asfalto, porque brota água nas ruas e nas casas. Os moradores lutam para ser indenizados pela loteadora, porque a área é inabitável e quando compraram os terrenos, nunca imaginavam que pudessem estar entrando numa fria. A água que corre pelos tubos não é da chuva, vem do próprio solo. Para agravar a situação, máquinas da empreiteira contratada, trabalham dia e noite, fazendo buraco, avançando sobre o fundo de vale. Os moradores estão em pé de guerra. Dizem que já recorreram à justiça, ao mInistério Público, ao IAP , ao Ibama e nada. Pedem ajuda dos céus e alguns mais esperançosos pensam em denunciar o crime ambiental ao Greenpeace.

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