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Ainda o caso do Novo Centro de Maringá

Sobre o superfaturamento da sobras do Novo Centro que está sendo questionado pelo Tribunal de contas da União, volto a lembrar:
O convênio com o Dnit , assinado em dezembro de 2003, estabelecia um valor de R$ 45 milhões para as obras de rebaixamento da linha férrea e construção da Via Expressa, que viria se chamar Avenida Horácio Racanello. O edital de concorrência pública foi publicado nacionalmente, saiu inclusive na Folha de São Paulo. Pelo menos 20 grandes empreiteiras compraram o edital mas na reta final sobraram, se não me engano, 8 empresas. Venceu a CR Almeida, com a proposta de R$ 43,6 milhões. Hora, se a proposta vencedora estava abaixo do valor máximo estabelecido em edital, como poderia ter havido sobrepreço no contrato de origem, assinado já em 2004?
Como a obra atrasou mais de dois anos (era pra terminar em 40 meses e lá se vão 84 meses), muita coisa aconteceu de 2004 pra cá. Houve aditivo, alteração do projeto e o valor que era de R$ 43,6 milhões saltou para mais de R$ 60 milhões.
Hoje conversei com o ex-prefeito João Ivo e ele disse que não recebeu ainda nenhuma intimação. Na hora que for convocado vai falar e provar que o convênio que ele celebrou e o contrato que assinou com a vencedora daquela licitação, estão rigorosamente dentro da legalidade. E que portanto, quem deve explicação é quem veio depois.

Comentários

Lula. disse…
Messis, esse prefeito é um mentiroso.

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