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Rigon,sobre a demolição da rodoviária

"Messias, a ONG que presido, o Instituto Memória Paraná, já realizou protestos nos aniversários da interdição, coletou assinaturas para o tombamento e assinou pedido semelhante junto ao MP. É quase impossível manter uma ONG voltada para a preservação da história da cidade numa administração em que o prefeito, ajudado pela plutocracia, não tem nenhum vínculo com a cidade que dirige. Já escrevi isso em meu blog: pode parecer bobagem, mas o fato de o prefeito, o irmão mais velho, morar em casa alugada até hoje (de resto, toda a família Barros) mostra o grau de vinculação que ele tem com Maringá".

PS: Rigon, talvez você tenha alguma informação sobre a situação jurídica do prédio, não a econômica, de indenização dos condôminos. será que não tem nada subjudice que trave a demolição extemporânea, irresponsável e criminosa?

Comentários

Anônimo disse…
Morar em casa alugada é estratégia. Dá a impressão que vivem apenas com o salário, que aparentemente não seria o suficiente para adquirir imóveis. Não é ausência de ligação com a cidade, não!
Editor disse…
Já há algum tempo, depois que os condôminos foram visitar o prefeito, deixei de acompanhar de perto a disputa. O que sei é que o juiz da Quarta Cível agiu, neste caso, de forma diferente do caso das casas do PAC, e isso me soa estranho. Como em relação às casas do PAC já existia uma ação na 1a. Vara, ele decidiu encaminhar pra lá as ações que acabaram em suas mãos. No caso da rodoviária, ele não encaminhou para a 2a Vara, onde tramita a ação original dos condôminos, preferindo referendar a desapropriação. Pelo que sei, trata-se de caso inédito no que tange à legislação de condomínios.
Anônimo disse…
Fala Mendão, beleza?
hei, vc num ta afim de parceria com o nosso blog?
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Dá uma forcinha pra gente.
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