Pular para o conteúdo principal

Escafandro. Vale a pena acessar

"Um dia talvez eu escreva na terceira pessoa, tenho vontade de escrever um livro mesmo sabendo que se o fizesse hoje seria uma autobiografia mal contada. Não tenho maturidade emocional para me emancipar de mim e contar outra história que não me contenha no enredo porque chega um ponto em que você é o acúmulo das coisas que viveu, dos lugares que visitou, dos livros que leu, das músicas que ouviu, dos filmes que assistiu, das pessoas que conheceu, e principalmente, o acúmulo de como você reagiu a todas as coisas que o mundo ofereceu. Há em mim uma solidão, uma solidão que eu escolhi, e isso é dotado de responsabilidades e complicações, mas é libertador".

Esse trecho pincei do blog Escafandro, que surguiu há pouco em Maringá. O blogueiro chama-se André Fabrício. Não o conheço, mas vi logo que o rapaz tem uma veia literária e tanto. Coloquei seu link na minha lista de blogs e sites favoritos. Para quem gosta de saborear um bom texto, recomendo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.