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Um jogo sem fair play

(foto: blog Esmael)

Os aliados de 2006, que chagaram a quase fechar nova aliança em 2010 estão agora aos tapas e beijos, muito mais tapas do que beijos. E claro, na medida em que a campanha avança, só tapas. Osmar e Beto Richa trocaram farpas num tete-a-tete ontem de manhã na FAEP. À noite, quando inaugurou um comitê suprapartidário das centrais sindicais, Osmar foi direto na medalhinha: chamou Beto Richa de traidor, por ele ter abandonado a prefeitura da capital, dois anos antes de completar o segundo mandato. E mais: acusou o ex-amigo e aliado de pertencer ao grupo Lerner, que deu o Banestado de mão beijada ao Itaú e por pouco não privatiza a Copel.

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Números simplesmente assustadores

  Em 2015 o Brasil registrou 11 mil armas de fogo. Em novembro de 2021 chegamos a 388 mil armas registradas. Os números são do Exército. A constatação de especialistas no assunto é de que a maioria dessas ramas foi parar nas mãos do tráfico, das milícias e de bolsonaristas fanáticos que querem manter Bolsonaro no Planalto nem que seja a poder de fuzil. É bom que as instituições e principalmente a mídia corporativa fiquem alertas e denunciem. Só lembrando que em ampla reportagem o Fantástico mostrou ontem um arsenal legalizado que tinha o tráfico como destino certo.