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Repercussão

Teve grande repercussão na cidade o artigo de Dom Jaime Luiz Coelho ontem no O Diário. Ele fala de ética na política e na necessidade de mudar, inspirado que foi pelo lema da campanha de Obama, nos Estados Unidos. Lá pelas tantas, o primeiro arcebispo de Maringá relata um fato que aconteceu com ele em passado recente: "Em eleição passada eu denunciava publicamente um deputado federal, que me apresentava uma proposta indigna: receber para o elevador da Catedral Basílica uma verba, mas que vinha em nome de Obra Assistencial. Respondi que isso era imoral e não aceitei. Pois bem, assessores seus queriam processar-me pela denúncia. Fiquei aguardando e nada ocorreu. Só não sei onde foi parar a verba ou auxílio".

Todo mundo ficou curioso para saber qual era o parlamentar . O Rigon deu as pistas em seu bloog: "Querem arriscar o nome do deputado que fez a proposta imoral e indigna? Dou três opções: a) Ricardo Barros, ex-FHC e hoje vice-líder de Lula; b) Ricardo Barros, irmão do prefeito Silvio II e casado com a deputada Cida; c) Ricardo Barros, que na prática exerce seu segundo mandato na prefeitura".

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.