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Ficha suja, missão para a SER e o Observatório Social

Afinal, a lei ficha limpa vai valer para as condenações anteriores ou só para quem for sentenciado a partir da data da promulgação da mesma? Se prevalecer esta última hipótese, aí será o fim da picada. A mudança, que permite dupla interpretação foi proposta pelo senador Francisco Dornelles, do PP, partido de Ricardo Barros, que só por coincidência, já é sentenciado de segunda instância. Nada casual né?

Quem terá que decidir esta parada será o TSE, o mesmo tribunal superior que determinou a validade imediata da da lei originada de emenda popular. Toamra que o bom senso continiue prevalecendo naquela corte de justiça.

Bem, caso a lei da ficha limpa não atinja condenações anteriores, seria de bom alvitre que as entidades representativas da sociedade civil expusesse em grandes parneis, os nomes dos condenados. No caso de Maringá, acho que a campanha contra os fichas sujas poderia ser liderada pela SER e pelo Observatório Social. Mas é preciso dar nome aos bois, viu Ariovaldo? Viu Cesar Moreno? Viu Marcelo Henrique?

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