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Perseguições explícitas

O ato em memória ao Dia 29 de junho, ao som de Vai Passar , de Chico Buarque e com uma apresentação do servidor-cantor-compositor Paulo Vidigal, lotou o auditório da Biblioteca Bento Munhoz da Rocha, ontem à noite. Gostei muito da palestra do advogado Avanilson, sobre a criminalização dos movimentos populares. Todos os presentes se emocionaram com os depoimentos fortes, e absolutamente sinceros, de funcionários públicos municipais que comeram "o pão que Silvio amassou" nesses dois anos pós-greve de 2006.Entre os depoimentos, uma denúncia que seria interessante ser feita ao Ministério Público do Trabalho (alô ,dra. Neli!). É o seguinte: um servidor decidiu correr abaixo-assinado para a instalação de isaustores na SAOP, devido à intoxicação que alguns trabalhadores com o forte cheiro de tinta. O documento não vingou, porque teria havido ameaças veladas (e em alguns casos, até diretas) contra quem apoiasse a reivindicação.
De servidoras que participaram do comando daquela greve, depoimentos que deixaram muita gente revoltada. Uma professora disse, chorando: "prostituta, vagabunda, baderneira e favelada, foi o que mais ouvi no meu local de trabalho, da boca de pessoas ligadas à administração".

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