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Que fique claro, não é aquele Grêmio

É farto o noticiário esportivo sobre a volta do Grêmio Maringá. Que fique bem claro: este Grêmio não é aquele Grêmio Esportivo, aquele "Galo do Norte" do Zé Garoto, do Pinduca, do Oliveirão, do Célio, do Maurício. Nem este que está vindo aí e nem aquele do Elnio Polmann, que ficou por algum tempo, até com certo sucesso no cenário estadual, tem algo a ver com o Grêmio bi-campeão do Estado na década de 60 e campeão do "Robertinho", uma espécie de série B do Brasileirão. "Robertinho" porque o campeonato brasileiro da série A na época chamava-se Torneio Roberto Gomes Pedrosa e se restringia aos times do eixo São Paulo-Rio-Minas-RGS. Aquele Grêmio Esportivo, que sobrevivia das rendas e dos "livros-ouro" morreu afundado em dívidas e nunca mais o ressuscitaram.O bom futebol de Maringá foi enterrado junto em cova rasa.

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.