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Passivo à vista

A administração municipal já decidiu que até começo de maio dá o ponta-pé inicial no processo de licitação do espaço da rodoviária velha, que deve cair em mãos conhecidas. A demolição do prédio significaria a perpetuação de um crime contra o patrimônio histórico de Maringá e, no médio prazo, um rombo nas finanças públicas. Isso porque vários condôminos demandam na justiça contra a interdição feita há um ano e não parecem dispostos a abrir mão de seus direitos. É previsível o passivo enorme que esta intolerância está gerando para a cidade, que experimenta mais uma gestão predatória, como foi a do período 89-92.Só lembrando que foi na gestão Ricardo que surgiu a dívida monstruosa da trimestralidade e outrosm absurdo como a escola cooperativa e o caso Sotecol.

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.