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Cidadania, a gente vê por aqui

Denuncia o servidor da saúde Paulo Vidigal, que "até pouco tempo a Secretaria de Saúde disponibilizava veículos para viagens de pacientes a Curitiba, de segunda a sexta-feira. Os pacientes saiam de Maringá à noite, passavam por consulta ou exames pela manhã e retornavam logo em seguida. Mas se essa via crucis já era difícil, imagine agora que essas viagens foram reduzidas. A Administração Municipal agora só disponibiliza veículos para viagens à capital nas noites de domingo , terça e quinta-feira.
O paciente que tem consulta agendada na segunda de manhã retorna no ônibus que o levou. Mas aqueles que têm consulta marcada na terça só retornarão na quarta-feira, lembrando que saíram de Maringá na noite de domingo. Na estadia em Curitiba ficam em albergues ou casas de apoio. Isso tem causado transtornos a esses pacientes.

Há relatos de casos em que os próprios pacientes teriam rateado dinheiro para ajudar outros pacientes que viajaram sem dinheiro para se alimentar. Mas o medo de perder a única forma de transporte para realizar seu tratamento os impede de reclamar.

Maringá é uma cidade que tem recursos considerados modernos na área da saúde. Também é tida como pólo de grandes profissionais da saúde. Mas contraditoriamente continua exportando seus doentes para tratamento na capital do estado, prática comum dos pequenos municípios. A propaganda de que Maringá tem uma saúde pública modelo se contradiz com a realidade de muitos maringaenses".

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