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Mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa ...

John saiu de pau no denunciante Devanir Almenara, para ele "um picareta e nunca um empresário"; Heine e outras lideranças ligadas ao condomínio dos Barros, fizeram coro. Tudo isso, claro, para tentar dinamitar a CPI, que já conta com quatro assinaturas e se mais um vereador apoiá-la, pode sair do papel.
É preciso deixar claro que pouco importa o denunciante, o que importa são as provas. Se as provas forem verídicas e consistentes, um abraço pro gaiteiro. Desqualificar quem denuncia é uma tentativa de dissipar fumaça, onde se supõe haver fogo. Lembremos, pois, o caso Collor, em que o principal denunciante, Pedro , teria sido motivado por ciúmes, uma vez que o irmão presidente teria dado em cima da sua Maria Tereza. Que credibilidade tinha Pedro Collor para que suas manifestações, cheias de mágoa , fossem levadas a sério? E como acreditar em Roberto Jeferson, no caso do "mensalão"?
Essa turma ligada à "administração cidadã" deve inventar outra para tentar barrar a marcha das investigações, iniciadas pelo Ministério Público a partir das denúncias do micro-empresário Devanir Almenara.Definitivamente, desqualificar o denunciante, já não cola mais.

Comentários

É o "ius sperniandi" deles, Messias. O mesmo do frango debatidiço, com pescoço destroncado...

Valei-me meu São Serapião, protetor dozórfos!

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