Pular para o conteúdo principal

Servidores com a pulga atrás da orelha

"O Sismmar teve apenas um dia para analisar o projeto que altera a Capsema, e que os vereadores votam hoje em segunda discussão. É que o comandante da administração cidadadã mandou em regime de urgência na terça e novamente não discutiu com o funcionalismo as mudanças.
A presidente Patrícia Lofrano anunciou há pouco que o projeto da Capsema Previdência não vai beneficiar o servidor público municipal. O sindicato tentou adiar a segunda votação, mas, claro, não conseguiu (a Turma do Amém é forte). Assim, vai estudar o que fazer na justiça".

.Blog do Rigon

PS: Pois é gente, isso era previsto. Depois de acabar com a assistência médico-hospitalar que a Capsema prestava aos servidores, agora são as aposentadorias que ficam sob ameaça de parar nas mãos de fundos de assistência prividenciária privada.É um grande negócio para quem comprar esta carteira, menos para os servidores, que devem ficar com um pé atrás em relação ao futuro dos benefícios.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.