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Histórias que a História não conta

Roberto Marinho decidiu que faria de Collor presidente do Brasil em 1989. Collor queria um vice do Sul e Marinho, que fosse também jovem e bonito. Collor voou para Curitiba, bateu no Palácio Iguaçu para propor a vice ao governador Álvaro Dias. Álvaro não aceitou, esnobou Fernando, dizendo que não acreditava em Papai Noel. Collor saiu vendendo azeite, sentindo-se diminuído e foi bater em Minas, onde Hélio Costa brigava pelo nome de Itamar Franco. Eleito, Collor pega o telefone e liga para o governador do Paraná:"Álvaro, aqui é o presidente eleito Fernando Collor de Mello. Queria saber se você acredita em Papai Noel". Disse isso, soltou um palavrão, do tipo "vai t n c", e desligou. Meio constrangido, meio arrependido, meio emputecido, a Álvaro só restava murmurar:"Vá pra pqp, seu merda!".

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Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.