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O novo Provopar

Nunca o Provopar de Maringá foi tão badalado como agora. Sempre administrado pelas primeiras damas, todas que passaram por lá foram absolutamente discretas, caso , por exemplo, de dona Irma Badoti (Administração Said Ferreira) e Zenaide Caleffi (gestão João Ivo). No caso da Zenaide, ela encabeçava as frentes de trabalho para coletar e separar roupas arrecadadas na campanha do agasalho, sem qualquer necessidade de mídia, sem o colunismo social por perto. Mas como diria o Tatá Cabral:"Cadum,cadum".
A propósito, achei curiosa a matéria do O Diário de hoje sobre a posse de Bernadete:"A primeira ação de Bernadete foi presidir um jantar realizado ontem à noite no Moinho Vermelho", escreveu o redator. Fiquei pensando na inovaçao e me perguntando:como será que é presidir um jantar?

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.