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Chover no molhado

Informa Lauro Barbosa em seu blog que “terça-feira na Câmara o bicho vai pegar. Os vereadores repensaram uma questão e decidiram reativá-la. Trata-se da decisão de votar - em regime de urgência - o Projeto de Decreto Legislativo, que torna sem efeito - nulo - o tal Têrmo Aditivo de 96, que teria sido celebrado entre o município e a Sanepar - sem passar pela Câmara - para a prorrogação do atual contrato. Isso na prática, representa, “trucar” a Sanepar, depois que Stênio Jacob - presidente da empresa - passou pela Câmara e falou grosso. Cantou de galo sobre o assunto. Como se já estivesse tudo resolvido. Sem contestação. Líquido e certo”.

Meu comentário: na verdade a Câmera vai chover no molhado, porque este aditivo simplesmente não existe. A proposta de prorrogação do contrato foi enviada pelo então prefeito Said Ferreira ao Legislativo Municipal, mas os vereadores nem chegaram a votá-lo. Logo, não existe aditivo nenhum e o contrato de concessão termina mesmo em 2010. E ponto final.

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