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Vale a pena ler

Muito bom o artigo da professora Ana Lúcia Rodrigues na página 2 do O Diário de hoje. Ela faz uma análise interessante sobre o falso mito do consenso, que em Maringá é cultivado de maneira descarada. Aqui se confunde imposição com consenso e dissenso é coisa de gente que não gosta "dessa Maringá que eu amo, dessa gente que eu piso".
Reproduzo dois trechinhos que achei supimpas. Um, referindo-se ao predomínio da cena política por gestores que se julgam seres superiores:"Muitos cidadãos da sociedade maringaense e regional estão ávidos por se tornarem atores principais nessa arena pública onde hoje se vê apenas astros reluzentes e coadjuvantes medíocres, que nâo têm fala, a não ser que a fala seja para compor o consenso".
Outro, ao se referir à cultura dos sobrenomes, que nem sempre são sinônimos de bem querência:"Há certo sobrenome nesta cidade, de certo ex-prefeito, que ninguém se orgula em dizer que possui, aliás, a maioria dos membros de tal família se mudou para outros estados e os que, por ventura aqui permanecem, não desfilam frequentemente nas colunas sociais dos jornais locais".

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Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.